sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Mudamos de novo
Olha que coisa mais loki! Já tem algum tempo que não publico nada nesse blog, e já não vinha aqui a um tempão, mas aí hoje resolvi dar uma olhada. Peralá, resolvi não. É que uma pessoa visitou o blog e postou uma oração para São Cipriano e para Sete Saias e o Exu Tranca Rua (ou coisa parecida) para recuperar um namorado. Coitado do cara, porque a guria quer ele rastejando atrás dela, sentindo nojo do sexo com outra mulher e mais um monte de maluquices. Mas nessa onda eu resolvi dar uma olhada no blog e descobri que ele continua tendo acessos, e muitos.
Mas ultimamente eu não tenho condições de alimentar blog, e eles comem muito. Mas a informação aí abaixo já caducou, porque não estou escrevendo na Dynamite já tem um tempo. Então se quiser ler algo meu, procure o site da IDEA que está apresentado no post abaixo, ou então vai até o www.ogritodoinimigo.com e consulta o que anda sendo feito por essa criatura. Muito pouco, já lhe adianto, mas se quiser conferir e aguardar um vento bom trazer novidades, é lá que eu estou.
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Eduardo Mesquita
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terça-feira, 8 de abril de 2008
Estamos de mudança... pelo menos por enquanto.
Olá você que chegou até aqui.
Olá você que sempre vem aqui (acredite, esses também existem).
Os últimos tempos têm sido tempos de muita correria e pouco tempo, então ficou difícil alimentar o tanto de blogs e colunas que vinha alimentando até o fim do ano passado. Por isso resolvi dar um tempo e concentrar esforços em alguns endereços apenas.
Por isso, se você quiser ler sobre rock, HQ's, rock independente, cinema, rock e algum pouco mais de rock´n roll, vá até O Grito do Inimigo na Dynamite:
Agora se você quiser ler sobre recursos humanos, psicologia, mundo corporativo, empreendedorismo, empregabilidade, negócios e business em geral, vá até o blog da IDEA:
Nesses dois endereços você vai encontrar tudo que eu venho pensando e produzindo. Com o passar do tempo e com a volta à normalidade de tudo que me cerca e compõe, poderei voltar a participar do montão de lugares diferentes que participava.
Aproveito para agradecer à todos os sites, revistas, blogs e portais que me acolheram e me deram espaço nesses últimos tempos (não vou citar nomes para não cometer nenhum desastre, vocês sabem quem são!). Como disse o filósofo Terminatus "I´ll be back!".
Há braços!
Agora corre e visita os endereços que eu te passei, eu estou lá te esperando.
Eduardo Mesquita, O Inimigo do rei
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Eduardo Mesquita
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quinta-feira, 27 de março de 2008
Como foi feita a logomarca das Olímpiadas na China
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Eduardo Mesquita
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Olímpiadas 2008 - exemplo para o mundo
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Eduardo Mesquita
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terça-feira, 11 de março de 2008
O desabafo de um torcedor decepcionado
Recebi um texto dia desses. De um amigo que foi ao estádio ver o jogo entre o Vila Nova e o Goiás. Dia de batalha campal entre os animais que integram as torcidas organizadas (como alguns aí dessa foto, da torcida do Corínthians). Repare que eu não acredito que todo mundo que entre em uma torcida organizada seja um marginal, mas a grande maioria é e comprova isso em dias de jogo como foi esse que meu amigo, Luiz Botosso Júnior, relata no texto indignado dele. Uma voz levanta, mas sozinha é bastante baixa, talvez se o texto for replicado, se boicotarmos os estádios, se mostrarmos que já não dá mais para correr risco de ser morto em dia que deveria ser de lazer e distração. Enfim... o texto segue abaixo. Júnior, obrigado pelo texto. Ficou excelente, como deveria ser..
DESABAFO DE UM TORCEDOR DECEPCIONADO
Infelizmente no dia 24 de fevereiro de 2008, tive o desprazer de comparecer ao Estádio Serra Dourado, onde jogaram Goiás e Vila Nova, para presenciar mais uma vez um espetáculo, mas não de futebol e sim de violência de barbárie e por que não de impunidade visto que os protagonistas são os mesmos, marginais infiltrados na torcida dos dois times. Parceiro chega! Chega de só reclamar e comentar a repetição dos fatos, chega de ficar displicentemente e coniventemente apenas relembrando os detalhes da violência nos estádios. Quero através desta carta, cobrar como todo bom cidadão deve fazer; dar idéias, já que nossos gestores conseguem apenas pregar cartazes ineficazes pedindo pela paz...muito pouco!
Meu nome é Luiz Roberto BoTosso Júnior. Tenho 38 anos, sou um cidadão goiano comum que tem, como muitos, o prazer de ir à estádios para ver futebol; para ver o povo; para ver pessoas engraçadas; encontrar os amigos. Pioneiros do bairro popular, os Botossos são fiéis torcedores do Goiânia, isso mesmo sou galo, o que não me impede de ir ver outros jogos já que o meu time quase inexiste, mas isso é outra história. No domingo citado, levei meu filho ao “Serra” pois o infeliz é Vila Nova e vi uma boa oportunidade de nós divertirmos. Ao chegarmos ao estádio por volta das 15:30h, nos deparamos com uma entrada entulhada de torcedores com filas enormes e lentas, fiquei até satisfeito pois pensei: “nossa o torcedor goiano está presente nos estádios, prestigiando nosso futebol!”. Ledo engano, na verdade os portões haviam sido fechados para que o policiamento das portarias pudessem ajudar na guerra entre torcedores que já acontecia nas arquibancadas. Entramos e buscamos um lugar neutro, próximo as cabines de imprensa por achar que ali estaríamos mais seguros, longe dos estúpidos “organizados”. Durante a partida percebi que tanto a torcida organizada do Vila Nova quanto a torcida organizada do Goiás, não observam a partida, ficam se enfrentando o tempo todo, entoando canções que mais parecem gritos de chacais sanguinários. Sou do tempo que houvíamos nos estádios apenas o grito de torcedores apaixonados, o apito do juiz, um torcedor inconformado com um eventual erro do árbitro. Naquele dia nossa atenção era desviada pelo estrondo das bombas lançadas pelos torcedores uns nos outros e disparos das escopetas de efeito moral da polícia (balas de borracha). Meu filho, Ycaro, de treze anos ficava ali do meu lado observando aquela “fuzaca” e pude perceber que na inocência da idade, ainda assim, estava apreensivo. Cada vez me sentia mais revoltado e triste com aquela situação. Ainda menino, quando o Goiânia ainda era time grande, eu e meu pai, ficávamos na arquibancada com meus tios, tinha aquelas maquininhas de café, as bandeijas de guloseimas etc. Tudo era mais calmo, tinha briga também, mas pelo menos não tinha arrastão e nem artefatos voando sobre sua cabeça. Em determinado momento do jogo, aconteceu o que eu não acreditava que fosse possível acontecer. Do nada centenas de jovens das torcidas organizadas do Vila e do Goiás, saíram correndo uma para cada lado, dando a volta pelo anel de circulação, em sentido contrário, burlando o cordão de proteção dos policiais para se enfrentarem exatamente no lugar onde eu e meu filho estávamos. Veja bem, o arrastão se configurou e todo o estádio se levantou, velhos, crianças, bêbados (que são muitos) e começaram a arredar, tava até bonita a coreografia. Meu filho pegou no meu braço e disse: “nossa pai a coisa vai ficar feita”, eu como se fosse adiantar alguma coisa, respondi: “não se preocupe estou aqui!”, dá vontade até de rir, parecia uma cena holywoodiana e eu dando uma de rambo, lógico não resolveria coisa nenhuma se esse marginais partissem pra cima da gente. Quando a massa raivosa estava quase se encontrando, sai do túnel um monte de policiais descendo o “burrai”, como diria meu pai, aplaudidos afugentaram os covardes.
O Perfil dos elementos de uma torcida organizada: Fisicamente são desajeitados, vestem camisetas que parecem mais um pacto com o demônio do que uma camisa de time, gostam de uma tatuagem de mau gosto, colocam piercing pra todo lado e o que é mais evidente, são extremamente covardes agindo só em grupo. Não tem um único homem no meio desses moleques estúpidos, que ao meu ver não poderiam estar segurando bandeiras e sim enxadas, cuidando de hortas comunitárias para poder pagar pela desgraça que provocam ao sossego de cidadãos de bem. É de revoltar ainda mais, a parcimônia com que as autoridades engravatadas, dão suas entrevistas no dia seguinte, acho até que eles acham bom esse tipo de evento, porque ai podem parecer na mídia já que não conseguem aparecer por motivos positivos.
Você torcedor, que espero estar lendo essa carta, a quantos anos estamos vendo cenas de violência nos estádios? O que foi feito de fato para acabar com isso? Aumentar o policiamento? não é solução, fardar os soldados parecendo que estão indo pro Iraque? não é solução, dar “borrachada” nesses torcedores? é bom mas não resolve. Colocar aqueles “banners” pedindo paz? não é suficiente. Precisamos de algo mais efetivo!
Na segunda feira após o jogo, fui buscar meu filho na escola e enquanto esperava, encontrei um grande amigo, Pedro Stevam, cidadão de bem, voluntário em um grupo que presta apoio a famílias desgraçadas pelas drogas, outro problema que ao meu ver o governo também é omisso. Bem, voltando a violência nos estádios, enquanto esperávamos, comentei sobre o problema e começamos a discutir sobre qual seria a solução ou pelo algo mais arrojado e chegamos a duas ações interessantes:
1 – Nos moldes do que já foi empregado na Europa, os estádios devem ser equipados com muitas câmeras ligadas à uma central de segurança, tudo gravado e aquele sujeito que desse alguma alteração durante os jogos poderiam ser identificado e no estádio mesmo seria preso. Só isso ainda não basta. Aquele torcedor, preso, é autuado e a partir desse dia, em todos os jogos do campeonato goiano, essa pessoa além de não poder mais entrar nos estádios, ele tem obrigatoriamente que comparecer a uma delegacia de policia e se apresentar e lá permanecer até que acabe o jogo. Meu amigo Pedro concluiu com outra idéia;
2 – Sugeriu que fosse criado um cartão magnético recarregável, vamos chamar de “cartão torcedor cidadão”, vamos seguir a moda. Esse cartão seria entregue ao torcedor ao se cadastrar junto a Federação Goiana de Futebol. Cadastro esse que teria vários dados úteis para identificar o torcedor em qualquer situação, contando inclusive com foto digital. O cartão teria os motivos do time do coração e esse torcedor só poderia adentrar ao estádio em dias de jogo, através desse cartão. Acabaria assim, a figura do ingresso comum. Aquele forasteiro que por ventura estivesse de visita à nossa cidade, através de carteira de identidade que comprove, poderia adquirir um ingresso especial na entrada do estádio. O cartão é único intransferível e poderá ser usado enquanto durar suas propriedades magnéticas, etc. O torcedor poderá, se quiser, carregar o cartão magnético com vários jogos pra evitar ir a postos de recarga várias vezes. O crédito colocado no cartão vale para qualquer jogo e se ele não comparecer aos jogos do certame de 2008, poderá utiliza-lo no próximo ano, completando é claro, qualquer acréscimo que houver no ingresso. Quando o torcedor passar pelo sistema eletrônico nas catracas do estádio, automaticamente, ele está registrado como presente aquela partida e qualquer infração que venha a cometer no jogo, terá seu cartão recolhido e cairá na proposta “1” e o que deve ser evidenciado é que este cidadão deve ser punido exemplarmente e no caso de reincidência deve ser sancionado criminalmente, se assim for permitido, lembrando que não sou advogado. Sendo assim, duvido que alguém emprestará o seu cartão a alguém que tenha esse perfil de “torcedorzinho organizado”. Com esse sistema, a renda sairia num piscar de olhos, sem muita dificuldade.
Bem longe de mim, querer esgotar todos os detalhes nessa singela carta, mas acredito que as idéias acima são eficazes e trata de ações diferenciadas. Apesar de parecer complicado, tenho absoluta certeza que não estamos falando de bilhões ou milhões para implantar um sistema desses. Se as autoridades responsáveis quiserem, aparece dinheiro. O que precisamos é de vontade, vontade política, vontade como gestor. Meu Deus do céu, será que os responsáveis pela gestão do futebol, não percebe que se isso der certo vocês serão referência nacional e ai poderão aparecer a vontade na mídia?
Espero ter mostrado toda minha indignação e espero também ter mexido com você gestor e você torcedor. Vamos cobrar! Façam suas cartas! Quando te entrevistarem no estádio, não fiquem lá parecendo um mico de auditório (já fiz isso, acontece!) falando aquele monte de merda para repórteres sem conteúdo. COBRE! Reclame do atendimento, nós somos os clientes, sabe que to até pensando em pedir meu dinheiro de volta?! Já pensou se todos os torcedores que ficaram insatisfeitos como eu, entrarem com um pedido de devolução do valor do ingresso daquela porcaria de partida entre Vila Nova e Goiás? Seria lindo! Acho que mexendo no bolso dos donos de time, até eles entrariam na dança. Gente, tem jeito! precisamos é mostrar nossa indignação. Obrigado pela atenção e paciência e até o próximo jogo, pois eu não vou desistir.
Ass.: Luiz Roberto BoTosso Júnior
Torcedor do Galo!
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Eduardo Mesquita
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11:24
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Confiança ou fanatismo? Consumismo ou fidelidade?
Apple inicia venda de novo aparelho sem anunciar o que ele é
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O mistério em torno dos eventos de lançamento da Apple chega ao seu ponto máximo quando a empresa começar a vender hoje em seu site um produto que só será anunciado em um evento que acontecerá daqui a quatro semanas. A partir de meia-noite, horário de Los Angeles, consumidores poderão gastar 399 dólares em um produto cuja única descrição é a palavra "Everywhere" (em todos os lugares). Ninguém sabe qual a sua função, seu tamanho ou formato. A única informação disponível no site é o preço e a data de entrega.
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Os bem aventurados que fizerem esta "compra cega" receberão o produto em casa no exato momento em que Steve Jobs, CEO da Apple, fizer a grande revelação durante a sua apresentação de lançamento. Um planejamento logístico extremamente complexo foi montado para garantir que todos os que fizerem a compra antecipada coloquem as mãos na novidade no máximo duas horas após o mundo conhecê-la.
Os bem aventurados que fizerem esta "compra cega" receberão o produto em casa no exato momento em que Steve Jobs, CEO da Apple, fizer a grande revelação durante a sua apresentação de lançamento. Um planejamento logístico extremamente complexo foi montado para garantir que todos os que fizerem a compra antecipada coloquem as mãos na novidade no máximo duas horas após o mundo conhecê-la.
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A empresa espera vender 70 mil unidades do produto até a sua data de lançamento. Quem se sentir decepcionado, poderá devolver a encomenda e receber o seu dinheiro de volta. "Eu não sei o que é, mas sinto que vai ser fantástico. E ter isso em mãos antes de todos os meus amigos será sensacional", disse Kevin Rosendale, entusiasta da marca que já garantiu o seu aparelho.
A empresa espera vender 70 mil unidades do produto até a sua data de lançamento. Quem se sentir decepcionado, poderá devolver a encomenda e receber o seu dinheiro de volta. "Eu não sei o que é, mas sinto que vai ser fantástico. E ter isso em mãos antes de todos os meus amigos será sensacional", disse Kevin Rosendale, entusiasta da marca que já garantiu o seu aparelho.
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Falar o que, não?
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Há braços!
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Eduardo Mesquita, O Inimigo do rei
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Eduardo Mesquita
às
15:41
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